sexta-feira, 30 de novembro de 2007

R- Você é a coisa mais gorda que eu já vi!
L- Nossa, imagina se você fala: isso que eu já fui no Mundo Mágico das Baleias!

Anota, anota.

a caixa

E na mesma caixinha tive muitas surpresas agradáveis.

"Last year my life has changed a lot, and everyone who known me before can easily notice that I'm much more happy now. You make me feel good, your heart-beat tells me that I'm still alive.
I really do love what we make together, how we feel together and so on. You're pretty special for me, and even when you think (or try to) that I was always like that, you must know (and you do) that I got the real happiness just 'after you'. Everything that I said before was so fake as the people I created on my insane mind."

Muitas cartas, e-mails (aliás, e-mails gigantes que você me escrevia quando estava fazendo treinamento, eu acordava e todos os dias tinha um lindo e-mail me esperando...), algumas entradas de shows, uns bilhetes e até um sorriso. O sorriso veio da minha parte, lendo tudo, lendo nossa vida de novo, lendo o começo, o meio, a continuação. Dá vontade de escrever tudo aqui, só pra poder ler mais uma vez e sorrir sozinha de madrugada.
Agora mentalizo daqui, a essa hora você está dormindo como um anjinho e eu desejo a você sonhos bons. Como a realidade que vivemos.
Haha, li uma carta em que você reclamava que tudo ia mal (e ia mesmo) coisas que eu nem lembrava mais! Você acaba dizendo que com tudo aquilo, queria fugir sem saber pra onde, mas pra morrer de amor. Achei muitas e muitas cartas que você me escrevia enquanto voltava pra casa, bem no começo.. Uma delícia viver tudo de novo.
Encontrei a carta dos 10 motivos que viraram 28 só pra combinar. "Anota, anota"

"Declaro-me apaixonado pelos seus beijos sempre quentes, pelos seus sorrisos sinceros, seus olhares perdidos no horizonte da nossa vida. Seu abraço é tudo que eu posso querer, depois de uma semana 'cheia'. Amo você ainda mais do que as promessas de vida no café. A força do amor é maior do que a mistura de sentimentos que me invadiu no nosso (segundo) primeiro beijo. Cada dia + e +."

Chega. Eu vou correr, dar um pulo na minha cama e continuar descobrindo minha caixa sozinha. Vamos lá, driblar a insônia.

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Achei em uma caixinha guardada, bem escondida, no guarda-roupa. Caixinha de cartas e sussurros.


Quando é que você vai casar comigo?
Eu agüento esperar.
Mil anos de sofrimento compensam
10 segundos do seu amor...

Entre tantos, viver - que dilema!
Entretanto explodindo em paixão
Explodindo em pedaços no chão
Conviver despedaçando o problema.

Versos pobres cheios de amor e tesão
Pobres amantes cheios de versos e quês
Buscam nos sonhos plumas e paetês
para inundar suas vidas de ilusão.

Espera paciente, dor afogada em riso
Certa do conto em que vai desaguar
Laço desfeito, o barco foi-se ao mar
Livre do ventre para o qual foi preciso.

Quem espera sempre? Au! Cansa.
Sem tempo. Está? Dê copo d'água.
Degrau em grau. Apaga ali, hein?! Xô, papo!


André Rafael de Quadros

terça-feira, 27 de novembro de 2007

Sabe quando você mesma se irrita com você mesma?


Então.

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

rapidez

A conclusão é: a vida passa muito rápido.
Hoje começo pela conclusão, os fatos passaram ontem. Tomando um suco de abacaxi com sorvete de côco e dando uns goles em um conservador de maçã e morango, pensei que eu estudei um ano todo pra fazer uma prova e que a prova já passou e eu fiquei. Esperar até dia 3 é quase uma tortura e ainda ter que estudar é péssimo. Quero férias, quero praia, quero sooool. Quero paz.

(No momento quero quase tudo que não posso ter.)

domingo, 18 de novembro de 2007

UFPR

É hoje.
Mesmo depois de uma massagem ontem, relaxamento antes de dormir e tentar ficar tranqüila... Não dormi nada, normal.
Vamos lá, testar meus conhecimentos de um ano duro.


Sorte.

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

Não poderia ser mais perfeita.


Ah, se já perdemos a noção da hora
Se juntos já jogamos tudo fora
Me conta agora como hei de partir
Se, ao te conhecer, dei pra sonhar, fiz tantos
desvarios
Rompi com o mundo, queimei meus navios
Me diz pra onde é que inda posso ir
Se nós, nas travessuras das noites eternas
Já confundimos tanto as nossas pernas
Diz com que pernas eu devo seguir
Se entornaste a nossa sorte pelo chão
Se na bagunça do teu coração
Meu sangue errou de veia e se perdeu
Como, se na desordem do armário embutido
Meu paletó enlaça o teu vestido
E o meu sapato inda pisa no teu
Como, se nos amamos feito dois pagãos
Teus seios inda estão nas minhas mãos
Me explica com que cara eu vou sair
Não, acho que estás só fazendo de conta
Te dei meus olhos pra tomares conta
Agora conta como hei de partir

[Chico Buarque - Eu te amo]

Pois é

Pois é, não deu
Deixa assim como está sereno
Pois é de Deus
Tudo aquilo que não se pode ver
E ao amanhã a gente não diz
E ao coração que teima em bater
avisa que é de se entregar o viver
Pois é, até
Onde o destino não previu
Sem mais, atrás vou até onde eu conseguir
Deixa o amanhã e a gente sorri
Que o coração já quer descansar
Clareia minha vida, amor, no olhar

Los Hermanos - Pois É

sábado, 10 de novembro de 2007

Trote


Hoje foi dia de comemoração. Foi não, está sendo.

Saiu o resultado da PUC. Fui pro trote sem saber o resultado e... passei.

Aquele banho de lama é revitalizante!! (e nojento também!) Mas foi bom, novas energias pra fazer o vestibular da UFPR. Por enquanto, só gastronomia. Depois, gastronomia e psicologia. Ufa.


quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Bebês

Acho bebê uma coisa incrível. Fui a um chá de fralda agora pouco e, como todo chá, lá estava cheio de bebês. Eles me fascinam. Sempre que tenho contato com um fico pensando o que ele pensa, o que passa naquela cabecinha pequena, como ele vê aquele monte de tagarela apertando as bochechas e babando. Hoje tinha um casal de gêmeos com um ano e pouco. A menina muito solta, ia com todo mundo, sorria... O menino, fechado, só no colo da mãe e se você olhasse pra ele... Buahhh, abria o bocão. Engraçado, eles ficaram nove meses juntos, dentro de um espaço pequeno, com o mesmo tratamento, a mesma comida, a mesma mãe... E tão diferentes. Quem entende? Sei lá, precisava escrever sobre isso.
Talvez esse seja um dos motivos de eu querer fazer psicologia.