sexta-feira, 30 de novembro de 2007

a caixa

E na mesma caixinha tive muitas surpresas agradáveis.

"Last year my life has changed a lot, and everyone who known me before can easily notice that I'm much more happy now. You make me feel good, your heart-beat tells me that I'm still alive.
I really do love what we make together, how we feel together and so on. You're pretty special for me, and even when you think (or try to) that I was always like that, you must know (and you do) that I got the real happiness just 'after you'. Everything that I said before was so fake as the people I created on my insane mind."

Muitas cartas, e-mails (aliás, e-mails gigantes que você me escrevia quando estava fazendo treinamento, eu acordava e todos os dias tinha um lindo e-mail me esperando...), algumas entradas de shows, uns bilhetes e até um sorriso. O sorriso veio da minha parte, lendo tudo, lendo nossa vida de novo, lendo o começo, o meio, a continuação. Dá vontade de escrever tudo aqui, só pra poder ler mais uma vez e sorrir sozinha de madrugada.
Agora mentalizo daqui, a essa hora você está dormindo como um anjinho e eu desejo a você sonhos bons. Como a realidade que vivemos.
Haha, li uma carta em que você reclamava que tudo ia mal (e ia mesmo) coisas que eu nem lembrava mais! Você acaba dizendo que com tudo aquilo, queria fugir sem saber pra onde, mas pra morrer de amor. Achei muitas e muitas cartas que você me escrevia enquanto voltava pra casa, bem no começo.. Uma delícia viver tudo de novo.
Encontrei a carta dos 10 motivos que viraram 28 só pra combinar. "Anota, anota"

"Declaro-me apaixonado pelos seus beijos sempre quentes, pelos seus sorrisos sinceros, seus olhares perdidos no horizonte da nossa vida. Seu abraço é tudo que eu posso querer, depois de uma semana 'cheia'. Amo você ainda mais do que as promessas de vida no café. A força do amor é maior do que a mistura de sentimentos que me invadiu no nosso (segundo) primeiro beijo. Cada dia + e +."

Chega. Eu vou correr, dar um pulo na minha cama e continuar descobrindo minha caixa sozinha. Vamos lá, driblar a insônia.

Nenhum comentário: