Sábado, 20 de abril de 2008 - 01:31 - Floripa
Sinto o ar do mar, apesar da janela estar fechada. Posso, bem ao fundo da minha melodia- nostalgia, escutar o barulho das ondas. A música é sempre interrompida pelo celular. As mensagens, apesar de lindas, são incômodas de machucar o coração. "estaremos sempre juntos, **". Sinto-me sozinha, porém. Carência é um fator determinante no humor do indivíduo.
quarta-feira, 23 de abril de 2008
quarta-feira, 16 de abril de 2008
frio
O frio chegou; muito, muito frio. A sensação térmica lá fora deve ser de 0ºC.
Aqui dentro? Aqui dentro a sensação é de -20ºC. Ou eu congelo, ou eu morro. Sempre odiei o frio, meus pés congelam, minha bunda congela, minhas mãos congelam e meu nariz nem se fala. É hora de fazer frio? Logo agora que eu não tenho um cobertor de orelha?
Aqui dentro? Aqui dentro a sensação é de -20ºC. Ou eu congelo, ou eu morro. Sempre odiei o frio, meus pés congelam, minha bunda congela, minhas mãos congelam e meu nariz nem se fala. É hora de fazer frio? Logo agora que eu não tenho um cobertor de orelha?
quinta-feira, 10 de abril de 2008
quarta-feira
despertador, banho, espera, espera, espera no médico, não ser atendida, correr pra faculdade, laboratório, aula, lanche-lanche, ônibus com bêbado maluco às 23hrs, e-mails não respondidos, pão de larica, livro, sono.
sexta-feira, 4 de abril de 2008
tesoura do desejo
Ele:
Você atravessando aquela rua vestida de negro
E eu te esperando em frente a um certo Bar Leblon
Você se aproximando e eu morrendo de medo
Ali, bem mesmo em frente a um certo Bar Leblon
Ela:
Quando eu atravessava aquela rua morria de medo
De ver o teu sorriso e começar um velho sonho bom
E o sonho, fatalmente, viraria pesadelo
Ali, bem mesmo em frente a um certo Bar Leblon
Ele: Vamos entrar
Ela: Não tenho tempo
Ele: O que é que houve?
Ela: O que é que há...
Ele: O que é que houve meu amor,
Você cortou os seus cabelos...
Ela: Foi a tesoura do desejo,
Desejo mesmo de mudar
[Alceu Valença]
Você atravessando aquela rua vestida de negro
E eu te esperando em frente a um certo Bar Leblon
Você se aproximando e eu morrendo de medo
Ali, bem mesmo em frente a um certo Bar Leblon
Ela:
Quando eu atravessava aquela rua morria de medo
De ver o teu sorriso e começar um velho sonho bom
E o sonho, fatalmente, viraria pesadelo
Ali, bem mesmo em frente a um certo Bar Leblon
Ele: Vamos entrar
Ela: Não tenho tempo
Ele: O que é que houve?
Ela: O que é que há...
Ele: O que é que houve meu amor,
Você cortou os seus cabelos...
Ela: Foi a tesoura do desejo,
Desejo mesmo de mudar
[Alceu Valença]
Assinar:
Postagens (Atom)
