segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

E eu olhei pela janela agora a noite, tava tudo tão triste, tão deserto, tão escuro, tão molhado, parecendo lágrimas sobre o asfalto. Então me veio aquela espécie de vazio, uma falta de si mesmo, uma falta de sentimento, de pensamento, de cores, de sons. Apreciei aquele silêncio confuso por alguns instantes e percebi que aquela falta de mim não me cabia hoje - não hoje.

2 comentários:

Anônimo disse...

A falta de você não lhe cabe, pegue seu tempo na palma da mão e não deixe vida pra trás.
:*

Deisily de Quadros disse...

Arremesse a falta de si por essa janela e faça da sua vida uma linda mistura de cores!
Beijo!