terça-feira, 14 de outubro de 2008
um dia estranho
O fim da tarde foi gostoso, depois de chegar atrasada na aula e descobrir que não poderia entrar resolvi sentar no velho banco da praça. O velho lugar, as velhas árvores, os cachorros, o vento, a feira... E a sensação foi: nada daquilo me pertence mais. Não poderia não ligar pro meu companheiro de praça pra dividir isso e logo o abraço curto pra não sufocar chegou. Foi ótimo, sim. Mas nada daquilo me pertence mais.
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Um comentário:
Seu amor-amante-amigo, digo, companheiro de praça faz votos de felicidade.
(Ainda que pareça ironico).
* *
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