segunda-feira, 14 de julho de 2008

oi?

eu já me senti uma borboleta. já me senti sendo um, mesmo sendo dois, já me senti uma boneca, um vagalume, um vaso de flor, uma formiguinha, um monstro, o escuro, o sol, o vazio, o cheio. o abismo logo em frente, a vontade grande, a falta de explicação maior ainda. e quando pisco surge a vida de dentro pra fora, surge a vontade, surge um tapa na cara, uma lição, um "hello, anybody in home?", ou até o "quiéquesepenstáfazeno?". e me sinto humana. então logo me sinto morta, perdida pra sempre.

3 comentários:

O Profeta disse...

E este Sol impõe a claridade
Pôs no celeste a Lua a bocejar
Perdi a conta das estrelas no céu
Ergui-me em bicos para as contar


Voa comigo sobre as emoções

Boa semana

Doce beijo

Anônimo disse...

E tudo-isso-ao-mesmo-tempo-agora? Se for assim, me identifico: prazer, Filipe.

Ellen disse...

Se morta que seja pronta para renascer...