segunda-feira, 10 de setembro de 2007

conversa na mesa do Eddie.

Estavam os três, com suas vidas completamente diferentes, sentados numa lanchonete que os levou pros anos 50. As únicas coisas em comum: a psicologia e o sangue da família. E comendo um super Eddie's Burguer, começamos a falar dos outros. Quem pode dizer o que o outro deve fazer? Ninguém. Mas não custa tentar ajudar...

- É, você é uma pessoa muito difícil, se eu não fosse seu irmão poderia dizer que não o conheço.
- Isso não faz a menor diferença pra mim.
- (Quanta arrogância...) Você é mesmo muito estranho.
- Ah é? E por acaso o que que a Amanda é?
- A Amanda é livre.

Eu ganhei meu dia e não disse nada (até porque o sanduíche é tão bom que prefiro comer a falar uma palavra sequer). Só por alguém ter me lembrado que sou livre, que posso ser o que eu quiser, como era antes... Até mesmo uma lutadora de sumô.

Um comentário:

Deisily de Quadros disse...

Liberdade, palavra gostosa de falar, de ler, de ouvir. A própria escrita, a própria sonoridade parecem alçar vôos.